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Dia da Internet Segura

 

Fraudes e burlas em linha - Comissão Europeia publica os resultados do inquérito

As fraudes e burlas em linha são cada vez mais sofisticadas e têm vindo a aumentar, de acordo com as conclusões do inquérito sobre o comportamento dos cidadãos da UE face à cibercriminalidade, publicado pela Comissão Europeia em 29 de janeiro de 2020. Essas práticas abusivas e fraudulentas ocorrem principalmente em compras feitas na Internet, em lojas eletrónicas e nas redes sociais, mas também por telefone, mensagens de texto, e-mails ou nas vendas porta-a-porta.

Os resultados do inquérito da Comissão revelam também que mais de metade dos inquiridos (52%) dizem estar bastante bem informados sobre criminalidade, contra 46% em 2017. No entanto, os utilizadores da Internet estão cada vez menos confiantes quanto a sua capacidade para se proteger contra a cibercriminalidade (59% em 2018 contra 71% em 2017). Os inquiridos estão preocupados com a utilização abusiva dos seus dados pessoais, a fraude, o bloqueio do computador e o pagamento de um resgate para aceder aos seus dados, assim como a usurpação de identidade. Os resultados revelam que a exposição a fraude aumenta em função do grau de “conexão digital” do utilizador: é mais elevada para as pessoas que são as mais ativas em linha e, portante o risco é maior nos países onde o nível de conectividade é maior.

Apenas 21% dos inquiridos vítimas de burla ou fraude denunciaram a situação às autoridades, sendo que a percentagem aumenta para 44% para prejuízos superiores a 50€.

O Comissário Didier Reynders recorda que o novo quadro legal europeu para a implementação das regras de defesa do consumidor vem reforçar os direitos dos consumidores e o papel das autoridades de defesa do consumidor e lança um apelo aos diversos intervenientes, em particular às plataformas de comércio eletrónico, para cooperarem na defesa dos consumidores digitais.


O estudo pode ser aqui.


Siga ainda as recomendações do CEC Portugal para as compras em linha e evite as armadilhas.